Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, disse que a primeira abordagem para a entrada do Brasil na Opep+ foi depois da visita do secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Haitham Al Ghais. Ele também afirmou que o Brasil tem até junho do ano que vem para dar uma resposta.
De acordo com ele, o Brasil tem até junho de 2024 para analisar a proposta. “Até lá serão analisados os regramentos, os estatutos e os processos relativos à Opep+. E até junho o Brasil deve ser chamado para uma reunião e dizer se aceita para paraticipar das reuniões”, completou.
“O Brasil ser convidado é algo bastante histórico e importante porque era um país que era um dos maiores importadores há algumas décadas. E ser chamado como observador para essa organização é simbólico. É coerente com a Cop-28 e com o governo do presidente Lula. A Opep quer o Brasil no grupo para influenciar a organização a se tornar uma exportadora de insumos energéticos ou desenvolvedores de insumos energéticos, já que há produtores de riquezas não-renováveis e vão ter que se preocupar com o futuro”, concluiu Prates.